Dois meses escrevendo esta newsletter: o que mudou

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Esta newsletter começou no início de setembro. Dois meses depois, achei que valia parar e olhar para trás — não com números grandiosos, que eu não tenho, mas com o que aprendi no caminho.

O que funcionou

O ritmo fixo. Terça e sexta, de manhã. Ter um calendário tirou a pergunta “será que mando algo essa semana?” da minha cabeça. A pergunta passou a ser só “sobre o que vou escrever?” — que é bem mais fácil de responder.

Escrever sobre o que dá errado. As edições que eu mais gostei de escrever foram as que contam erros: o anúncio que parecia ótimo e não era, o formulário invadido por robôs. Admitir um erro ensina mais do que listar acertos.

O que eu subestimei

A parte técnica. Configurar domínio, autenticação, confirmação dupla, retorno de e-mails inválidos, proteção contra robôs… Nada disso aparece para o leitor, mas sem isso a newsletter cai no spam ou nem sai. Levei mais tempo nessa base do que escrevendo.

O crescimento devagar. Com confirmação dupla e sem comprar lista, a lista cresce no ritmo das pessoas que realmente querem ler. É lento. Mas eu prefiro poucos leitores que abrem do que muitos endereços que ninguém lê.

O que vem agora

Continuar no mesmo ritmo, com o mesmo foco: tráfego pago, copy e automação, sempre com algo aplicável. Se tem um assunto que você gostaria de ver por aqui, responde este e-mail — eu leio todos.